“Não morras, pai,” sussurrou, como se estivesse a pedir mais uma história antes de dormir.
O William subiu também e colocou o seu carrinho de brinquedo na mão do Joshua.
“Para poderes voltar e brincar,” disse ele.
Virei-me nessa altura, porque foi a primeira vez desde que ouvi aquela chamada que me deixei chorar por todos nós.
Algumas noites chorava no duche, deixando a água esconder o som. Outras vezes explodia — batia com portas dos armários — e depois pedia desculpa enquanto o Joshua me puxava para perto, ambos a tremer.
Quando o cabelo dele começou a cair, peguei na máquina de cortar cabelo.
“Pronto?”
“Tenho escolha?” perguntou ele, enquanto os meninos estavam sentados no lavatório da casa de banho, a rir, a ver-me rapar a cabeça do pai.
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