Ele levantou o olhar. “Hanna…”
“Tu deixaste-me sair do trabalho, Joshua,” disse. “Deixaste-me apaixonar-me por aqueles meninos. Deixaste-me acreditar que isto era o nosso sonho.”
O rosto dele desfez-se. “Eu queria que tivesses uma família.”
“Não.” A minha voz tremia. “Tu querias decidir o que acontecia comigo depois de já não estares aqui.”
Ele cobriu o rosto com as mãos. “Disse a mim mesmo que te estava a proteger. Mas, na verdade, estava a proteger-me de te ver escolher ficar ou partir.”
Aquilo caiu entre nós como vidro partido.
“Fizeste-me mãe sem me dizer que eu podia acabar a criá-los sozinha,” disse eu. “Não podes chamar isso amor e esperar gratidão.”
Ele começou a chorar outra vez, mas eu não cedi. Ainda não.
“Estou aqui porque o Matthew e o William precisam do pai deles,” disse. “E porque, se ainda houver tempo, ele vai ser vivido na verdade.”
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