Quando perguntei sobre isso, ele me beijou na testa e disse:
“Não se preocupa, amor. Só estou tentando adiantar algumas coisas do trabalho.”
Mas havia algo na voz dele — algo estranho.
Uma noite, acordei por volta das duas da manhã e o lado da cama dele estava frio. Uma luz fraca vinha por baixo da porta do quarto de hóspedes. Quase bati, mas parei. Não queria parecer paranoica.
Na manhã seguinte, Ethan já tinha saído. Dessa vez não houve café da manhã juntos, nem beijo de despedida — apenas um bilhete na bancada: “Dia corrido, te amo.”
E assim continuou todas as noites:
“Você estava roncando de novo, querida. Preciso dormir bem. Só até eu conseguir descansar direito.”
Ele dizia isso como se estivesse me fazendo um favor.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
