“Sem mais segredos. De agora em diante, vamos encarar tudo juntos. Bom ou ruim.”
Ele apertou minha mão por baixo do cobertor.
“Juntos.”
E, de algum jeito, naquele momento silencioso, eu acreditei nele.
Porque o amor não é só conforto ou rotina compartilhada — é aparecer quando é difícil e permanecer no meio dos destroços, escolhendo reconstruir.
Mesmo quando as paredes racham e a confiança se quebra, o amor certo ainda permite a cura.
E enquanto eu adormecia, com a mão do meu marido ainda entrelaçada à minha, percebi que já estávamos começando de novo.
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