“E você simplesmente acreditou nela?”
“Eu pedi provas”, ele respondeu rapidamente. “Fizemos um teste de paternidade. É real. Ele é meu.”
Eu dei um passo para trás, passando as mãos pelos cabelos. “Então essa história toda sobre eu roncar… era mentira? Tudo isso?”
Ele se encolheu como se eu tivesse batido nele.
“Eu não quis mentir. Eu só não sabia o que dizer. Você já passou por tanta coisa, Anna… os abortos, os tratamentos hormonais, as consultas intermináveis. Eu não queria te causar mais dor.”
“Então você decidiu esconder um filho inteiro?” — eu explodi.
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