Nathan mal assentiu. “Eva, explica isso.”
“Eu não te devo pânico só porque você está em pânico”, respondi.
“O que é isso? Algum tipo de encenação?” Nathan explodiu.
“Não, querido. Isso é trabalho.”
Nathan riu. “Trabalho? Você não trabalha.”
Aquela frase fez várias pessoas ao redor trocarem olhares.
“Na verdade, eu trabalho sim”, revelei. “Voltei a fazer consultoria.”
“Para quem?”
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