Nathan se aproximou, olhou para o vestido e então virou rápido demais. O prato escorregou. A gordura e o molho vermelho caíram bem na frente do meu vestido. O óleo brilhante se espalhou pela seda cor champanhe enquanto eu encarava aquilo.
Nathan olhou para a mancha, depois para mim, e ali estava. Não pânico. Não culpa. Alívio.
“Que azar”, ele disse.
Eu continuei parada, olhando para a bagunça. “Azar?”
Ele colocou o prato em cima da cômoda. “É melhor você ficar em casa e descansar.”
Ele disse isso com suavidade, o que tornou tudo ainda pior.
“Sim”, respondi. “Você está certo.”
Nathan assentiu, pegou as chaves e saiu. A porta da frente se fechou enquanto as lágrimas vinham quentes e cansadas. Eu tirei o vestido com cuidado, lavei o rosto e ouvi novamente a voz dele na minha cabeça: “Não me julguem pela aparência
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