“Justo teria sido me deixar decidir se eu queria ir”, respondi, dando de ombros.
“Eu já pedi desculpas.”
“Desculpa não apaga o que você revelou, Nathan.”
“Então o que você quer de mim?”
“Uma versão sua que eu ainda não conheci”, respondi.
Achei que aquilo encerraria a conversa, mas as consequências reais só estavam esperando o fim de semana passar.
Na segunda-feira à noite, Nathan chegou em casa com os ombros rígidos e a gravata afrouxada. Eu estava no chão com o bebê, empilhando blocos macios.
“Você me deu uma avaliação péssima”, ele disse.
“Eu te dei uma avaliação honesta.”
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