Ele não estava brincando.
Ele acreditava nisso.
Naquela tarde, continuei pensando no que ele disse.
Será que ele estava sonhando? Imaginando as coisas? Ou será que perder o pai foi demais para a mente dele processar?
À noite, tomei uma decisão.
Fui até o armário do corredor até encontrar nossa velha câmera de monitor de bebê de quando Mason era recém-nascido. Ela ainda funcionava. Coloquei-a em uma prateleira no quarto dele, onde podia ver a cama e a janela.
Só para garantir.
Naquela mesma noite, eu coloquei Mason na cama. Ele abraçou seu dinossauro de pelúcia. Beijei sua testa e apaguei a luz. Depois fui para o meu quarto e abri o monitor de bebê no meu celular.
Por horas, fiquei olhando a tela.
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