Os joelhos estavam sujos de grama e as mãos imundas.
— Meu Deus — eu disse, segurando-o pelo pulso. — Vem aqui.
Will se debateu, rindo.
— Mamãe, não.
— Nós não vamos cortar o bolo com você desse jeito.
— Mas eu tô brincando.
— Você pode brincar depois. Vamos.
Eu o levei para dentro de casa, coloquei-o numa cadeira perto da pia da cozinha, abri a torneira e comecei a lavar suas mãos. Will continuava sorrindo para mim.
— O que foi tão engraçado? — perguntei.
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