Meu filho de 4 anos apontou para o meu melhor amigo e riu: “O papai está ali” — eu ri também, até perceber o que ele estava realmente apontando

 

— Você vai decidir onde vai passar a noite. Mas não vai ser aqui.

 

Então fui até a mesa onde o Will estava, balançando as pernas debaixo da cadeira, esperando o bolo como se a vida dele não tivesse acabado de se partir em algo que ele ainda era jovem demais para entender.

 

Ele levantou o olhar e sorriu.

 

— Agora bolo?

 

Olhei para ele. Seus joelhos sujos. O cabelo macio, levemente cacheado nas têmporas. A confiança no rosto dele.

 

Porque eu não podia tirar dele mais nada daquele dia que fosse normal, não expliquei nada.

 

Apenas fiz um gesto com a cabeça para ele me seguir.

 

— Vamos entrar.

 

Ele desceu da cadeira num pulo e me seguiu até a cozinha.

 

Atrás de nós, as vozes explodiram ao mesmo tempo. Perguntas. Negativas. Alguém chorando.

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