Meu filho de 19 anos me enviou uma mensagem dizendo "Desculpe muito, mãe", antes de desligar o celular – 10 minutos depois, um número desconhecido ligou e me deixou em lágrimas.

"Se eu voltar… podemos ainda falar sobre faculdade?" Tom então perguntou.

"Sim. Transferência, engenharia, ciência da computação… qualquer novo curso que você escolher depois de três horas de pesquisa na internet."

Ele sorriu. "Eu acho que ainda quero um futuro."

Eu apertei seu ombro. "Bom. Isso me economiza um discurso."

Eu já havia ligando para Danny para contar que havia encontrado Tom, e o alívio na voz dele foi imediato.

Quando chegamos na garagem, Tom se virou para mim. "Obrigada por vir atrás de mim."

"Eu sempre iria."

Meu filho achava que indo embora ele me daria minha vida de volta. Ele nunca entendeu que ele não era algo que eu tinha que viver sem. Ele era a vida que eu escolhi todos os dias.

 

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