Os ombros de Tom caíram. Ele cobriu os olhos com uma mão, e eu dei um passo à frente e o abracei do jeito que eu fazia quando ele era pequeno.
Depois de um longo minuto, ele disse: "Desculpa, mãe."
"Não peça desculpas por me amar mal quando tudo o que você queria fazer era me proteger."
Ele deu uma risada molhada e constrangida. "Você me achou rápido."
"Eu sei o que você pensa. Isso é o que as mães fazem."
Tom olhou para o escritório da oficina. "Eu consegui um emprego aqui. Aluguei um quarto em cima da loja de ração."
"Você pode me contar durante a viagem de volta," eu disse.
"Voltar?"
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