Eu vejo meu menino nele, Devon. Eu vejo o Jeremiah.
Por favor, traga-o até mim. Não vou pedir perdão, mas vou te dar a verdade.
— Sra. W.”
Levei a mão à boca.
Foi quando ouvi passos na escada.
Meu filho entrou na cozinha, esfregando os olhos.
— Mãe? Por que tem carros de polícia lá fora?
Olhei para ele e senti o ar sumir de novo dos meus pulmões. Ele tinha a boca do Jeremiah, as mãos do Jeremiah, e a mesma teimosia.
— Senta aqui, meu bem — eu disse.
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