— No quintal? A essa hora?
— Sim, senhora.
— Ela estava ferida?
— Ela estava confusa e em estado de sofrimento — disse Grant. — Os paramédicos a levaram para o Hospital Geral do Condado.
Segurei a moldura da porta.
— Ela está bem?
Grant hesitou por tempo suficiente para acelerar meu pulso.
— Ela está viva, senhora, mas os médicos não acreditam que ela possa voltar para casa sozinha por enquanto.
Então o oficial Adams me entregou um envelope. Nele estava escrito o nome de Ethan em uma caligrafia azul e cuidadosa.
— Antes de nossa equipe levá-la — disse Grant — ela deixou muito claro que isso deveria ser entregue ao seu filho.
Eu encarei o envelope.
— Por que ela deixaria algo para o Ethan? Nós não temos relação com ela… além de sermos vizinhos, claro.
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