Ethan olhou para mim. Eu apenas dei de ombros, igualmente confusa.
Jonathan desceu do carro.
— Olá. Podem vir comigo? Preciso falar com Melinda, e acho que vocês deveriam estar presentes.
Não fiz perguntas.
Algo no tom de voz dele indicava que aquilo não era rotina.
Caminhamos juntos pelo quintal.
Antes que Jonathan pudesse bater, Melinda abriu a porta. Estava sorrindo de forma ampla. Mas, ao nos ver atrás de Jonathan, o sorriso desapareceu.
— O que está acontecendo? — perguntou, com a voz tensa.
Jonathan tirou o celular do bolso.
— Acho melhor eu mostrar.
Ele tocou a tela e apertou o play.
O vídeo mostrava Melinda na borda da nossa cerca, no final da tarde, cortando a cerca e entrando no quintal. Ela caminhou direto até o abrigo e começou a destruí-lo, peça por peça.
Deliberadamente. Com cuidado. Silenciosamente.
Os cães choramingaram e se esconderam em um canto do quintal.
Depois, Melinda saiu pelo mesmo espaço, como se nada tivesse acontecido.
Ethan deu um passo à frente, a voz baixa:
— Por quê?
Melinda parecia chocada no início. Mas, de repente, tudo que ela estava segurando veio à tona.
— Estava arruinando tudo! O barulho, a aparência — isso desvalorizava toda a propriedade. Estava planejando reformas, e aquilo — ela apontou para o nosso quintal — iria afetar o valor.
Senti Ethan se mover ao meu lado.
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