— Sinto muito que isso tenha acontecido. Prometo que vou investigar.
O tom era calmo, mas os olhos dele diziam outra coisa.
Como se já soubesse por onde começar.
Jonathan se levantou e caminhou em direção à entrada da Melinda.
Fiquei perto da cerca, ouvindo o suficiente.
— Oi, Melinda — disse Jonathan. — Sei sobre o que você gostaria que falássemos, mas acho curioso que você seja a única pessoa reclamando desses cães.
Melinda se endireitou, forçando um sorriso falso.
— Sim, tive preocupações — respondeu rapidamente. — Mas já aceitei a situação.
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