A sala já estava cheia, com Carlson e outro homem do exército lá dentro, quando o primeiro acenou em direção à porta.
“Tragam-no.”
A porta se abriu novamente, e Leo entrou.
No momento em que vi seu rosto, fiquei pálida.
Meu filho parecia apavorado!
Os olhos de Leo se moviam dos homens… para mim… e de volta.
“Mamãe?” disse ele, a voz já trêmula.
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