"E aí?" eu perguntei, encostada na porta.
Ele olhou para cima. "É uma guitarra muito boa, mãe."
"Isso é melhor do que boa."
Um pequeno sorriso puxou sua boca.
Ele tocou as cordas como se ainda não acreditasse que era dele.
Ele não parecia orgulhoso. Ele parecia aliviado.
Isso é o que mais ficou comigo: não que meu filho tenha sido agradecido, mas que a bondade dele fez os adultos acordarem.
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