Então Warren entrou.
Eu o reconheci imediatamente. Vinte e cinco anos o tinham encorpado e tingido seus cabelos de cinza, mas lá estava ele, em um terno escuro e sapatos polidos, usando um sorriso que já esperava ser bem recebido.
Ele veio em nossa direção como se pertencesse àquele lugar.
“Bella”, disse ele.
“Warren.”
Os olhos dele foram para Henry, demorando-se nas pernas. Observou os ombros largos do meu filho, a postura firme e a ausência da cadeira de rodas que ele tinha rejeitado antes mesmo de Henry conseguir sustentar a própria cabeça.
“Filho”, ele disse.
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