“Estou tão cansado”, disse. “Cansado de as pessoas falarem de mim como se eu fosse um aviso. Eu nasci assim. É isso.”
Desliguei a torneira. “Então o que você quer ser, meu amor?”
Ele se encostou no balcão e me olhou.
“Alguém da área da medicina”, disse. “Quero ser a pessoa na sala que fala com o paciente, não sobre ele.”
Meu filho entrou na faculdade de medicina, no topo da turma, sem dúvida nenhuma.
Alguns dias antes da formatura, encontrei Henry na mesa da cozinha com o tablet virado para baixo e as duas mãos apoiadas na madeira.
Aquilo era incomum. Henry nunca ficava parado, a menos que estivesse planejando algo ou furioso.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
