Quando voltou, ele e Wendy fizeram um teste de DNA em Sandra, confirmando as suspeitas. Henry, porém, deixou claro que Wendy era a mãe da menina e que jamais tentaria separá-las.
Os adultos se sentaram com as meninas e explicaram tudo da melhor forma possível — o que significava contar a Sandra que ela havia sido adotada.
Mas as duas irmãs reagiram com alegria e se abraçaram, gritando:
— Somos irmãs! Somos irmãs!
Henry e Wendy só conseguiram rir das meninas, felizes por verem como elas estavam contentes. Ainda assim, precisavam lidar com uma situação delicada: Henry queria ser pai da Sandra, mas Wendy não sabia exatamente qual seria o seu papel na vida da Sophie.
No fim, decidiram criar um arranjo de coparentalidade, como se ambos fossem pais legais das duas meninas. E surpreendentemente, tudo funcionou muito bem. As meninas se adaptaram a essa nova realidade melhor do que os próprios adultos, e a vida seguiu de forma harmoniosa.
Uma noite, Sophie disse algo que deixou Henry completamente surpreso:
— Pai, por que você não se casa com a Wendy? Assim ela também poderia ser minha mãe.
— Ah, querida… isso é complicado. A Wendy e eu somos só bons amigos — respondeu ele, sem jeito.
— Eu nunca vou esquecer a minha mãe. Mas eu gosto dela. Acho que ela poderia ser boa para você também — insistiu Sophie.
Henry sorriu.
— Vamos ver.
Mas, como se a filha tivesse previsto o futuro, acabou acontecendo. Com o tempo, Henry e Wendy começaram a namorar. Eles se casaram quando as meninas completaram 12 anos, e ambas foram damas de honra na cerimônia.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
