Quando me viu, o rosto dele passou de um bronzeado relaxado para uma palidez fantasmagórica.
“O que estás aqui a fazer?” A voz dele falhou.
Era patético.
“Eu paguei esta viagem, Mark. Porque é que não estaria aqui?” perguntei. Olhei para a mulher. “Além disso, queria ver quem me tinha substituído. Deves ser a ‘amiga’ a quem não queriam desperdiçar o bilhete.”
A mulher recuou instintivamente. “Substituída?”
“Porque é que estamos aqui à porta?”
Uma voz firme e familiar cortou a tensão.
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