Eu comprei.
Não enviei mensagem ao Mark, nem liguei para os pais dele.
Peguei na minha mala, tranquei a casa e fui para o aeroporto.
Quando aterrei na Flórida, o sol já começava a pôr-se. Apanhei um táxi diretamente para o resort. Fui até à receção, mostrei o meu documento de identificação (já que tudo estava em meu nome, afinal) e recebi o número do quarto.
O meu sangue ainda fervilhava quando caminhei pelo longo corredor alcatifado do resort. Cheguei à porta da suite que eu tinha pago e bati.
Uma mulher abriu a porta.
“Posso ajudar em alguma coisa?”
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