“Fiz-te um chá de camomila, querida.”
Ele sorria de forma calma, um pouco estranha — mas o mais esquisito era mesmo o chá. O Mark nunca me fazia chá. Dizia sempre que era complicado demais.
“Ah? Obrigada, isso é inesperadamente atencioso da tua parte”, disse eu.
Ele riu-se. “Bem, vais precisar de descansar para o nosso voo cedo! Andaste a mil toda a noite, e pensei que talvez estivesses demasiado agitada para dormir.”
Ri-me também.
Sentou-se na beira da cama e conversámos um pouco enquanto eu acabava o chá.
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