Aquilo acertou em cheio. Ela estremeceu.
“Vou pedir o divórcio”, acrescentei, olhando de novo para o Mark. “Seguiste as instruções da tua mãe em vez de defenderes a tua esposa. Não és um marido. És um passageiro na tua própria vida.”
O Mark não disse nada. Ficou apenas ali, a olhar para o chão.
Virei-me e fui-me embora.
Nessa noite, sentei-me sozinha no bar do aeroporto.
Não foi a viagem à Flórida que eu tinha imaginado. O telemóvel vibrava de poucos em poucos minutos com confirmações de reembolsos e mensagens do Mark.
“Por favor, fala comigo.”
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