Ela engoliu em seco. "Agora eu devolvo tudo. Tudo."
Eu ri sem humor. "Uau. Ótimo. Obrigado."
"Eu sei que dinheiro não conserta isso."
"Não. Realmente não conserta."
Ela assentiu. "Eu sei."
O que restava em mim era o luto.
Não apenas pela mentira.
Pela necessidade de mentir.
Eu a amava nas sobras.
Ligando de estacionamentos. Visitas com um olho no relógio. Promessas constantes de que eu faria melhor depois, como se depois fosse garantido.
Finalmente eu disse, muito baixo, "Você deveria apenas ter me contado que estava sozinha."
Ela respondeu tão quietinha quanto eu. "Eu sei."
Eu enxuguei meu rosto e olhei para ela.
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
