— Isso não faz sentido. Eu não coloquei isso aí — implorei.
— A senhora pode explicar tudo na delegacia.
Olhei para a filha. Ela estava sorrindo levemente.
Foi aí que eu soube que não era sobre um colar.
Era sobre outra coisa completamente diferente.
Sentada no banco de trás da viatura, senti a mesma sensação de impotência que havia sentido anos antes — quando os médicos disseram que não havia mais nada a fazer pela minha filha, e quando meu casamento desmoronou sob o peso do luto.
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