Eu concordei em ser barriga de aluguel para minha irmã — mas, logo após o parto, meu marido me chamou de lado e disse: ‘Por favor, ainda não entregue o bebê a ela ainda’

 

Uma noite, ela apareceu na minha casa com os olhos inchados.

 

Quando abri a porta, ela entrou direto antes que eu pudesse dizer qualquer coisa.

 

“Preciso te pedir uma coisa”, disse, segurando minhas mãos com força. “Você consideraria ser nossa barriga de aluguel?”

 

Por um segundo, achei sinceramente que tinha ouvido errado.

 

Carol se apressou em preencher o silêncio. “Você não precisa responder agora. Esquece que eu perguntei, se for demais. Eu sei que é. Eu sei, não devia ter vindo assim—”

 

“Carol. Para.”

 

Ela me olhou com uma expressão crua, cheia de vergonha, que apertou meu peito.

 

Eu disse: “Eu me sentiria honrada. Mas preciso conversar com o Paul primeiro.”

 

Ela começou a chorar tão rápido que me assustou.

 

Mais tarde naquela noite, depois que ela foi embora, Paul e eu ficamos conversando na cama por horas. Já tínhamos dois filhos. Eu sabia como era estar grávida. Sabia dos riscos, do desconforto, do medo.

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