“Então por que estou em uma viatura?”
Ele exalou como se tentasse não dizer a coisa errada. “Apenas aguente firme.”
O policial entrou em um estacionamento. Um centro comunitário que eu reconhecia. Onde eu costumava sentar nos bancos duros para apoiar meus filhos. Sempre nos divertíamos muito. A visão trouxe tantas lembranças felizes, mas não conseguia afogar minha ansiedade.
Carros estavam estacionados à frente. Carros que eu conhecia. O SUV de Mark. O sedã de Sarah. A caminhonete de Jason.
Minha boca secou. “O que é isso?”
O policial estacionou e veio abrir a porta para mim. Ofereceu a mão. Ignorei e saí sozinha, com as pernas trêmulas. Ele me guiou até a entrada.
Pelo vidro, vi movimento.
Parei. “Se isso for algum tipo de brincadeira…”
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