Ele assentiu, o rosto coberto de vergonha. “Achei que seria um susto rápido. Depois surpresa. Não sabia que você estava sentada em casa por horas.”
“Estava. Sentada à mesa.”
Aquelas palavras caíram como um peso. Mark abaixou o olhar. Eliza começou a chorar baixinho.
“Não te contei sobre a academia porque não queria que as pessoas achassem que eu ia falhar.”
Minha risada saiu amarga. “E você achou que eu pensaria isso?”
“Não,” disse ele rapidamente. “Você foi a única que não pensou.”
Ele engoliu em seco. “Você sempre dizia que eu podia ser qualquer coisa, se parasse de agir como se não me importasse.”
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