Mark conferiu o celular, mandíbula tensa. “Ele não está atendendo.”
Olhei de volta para o policial, a voz subindo novamente. “Você me deu um bilhete do meu filho. Me trouxe até aqui. Onde ele está?”
A boca do policial se abriu, depois fechou.
Minhas mãos se cerraram em punhos. “Onde está meu filho?”
Os faróis varreram as janelas. Outra viatura entrou no estacionamento. O silêncio na sala foi tão rápido que parecia pressão nos ouvidos.
A viatura parou. Uma porta se abriu. Passos. Então Grant entrou. Uniforme de policial. Distintivo no peito.
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