Lily estava sentada sozinha em uma mesa de metal, em uma pequena sala de entrevistas, encolhida, com o cabelo caindo sobre o rosto, como se quisesse desaparecer atrás dele. Nada dói mais a uma mãe do que ver seu filho em uma sala feita para o medo.
Estendi a mão para a maçaneta, mas o xerife se colocou à minha frente.
Ele não foi grosseiro. Isso tornou tudo ainda mais difícil. Tinha o rosto cauteloso de alguém que já viu muitas pessoas receberem notícias que mudam a vida sob a luz fria do fluorescente.
— Oficial… minha filha… ela está aí… vocês me ligaram… — as palavras saíram quebradas, atropeladas.
— Senhora — disse ele suavemente — acho que é melhor sentar antes de explicarmos o que aconteceu.
— Deixe-me vê-la, oficial.
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