Ela chegou, mãos trêmulas, olhos vermelhos. “Celeste, eu —”
“Só entra.”
Sentamos à mesa da cozinha, o silêncio pesado. Olhei para a barriga dela e depois para seus olhos.
“Ainda não posso te perdoar,” disse. “Mas não posso fingir que você não fez algo enorme por mim. Por nós.”
Tessa enxugou as bochechas. “Eu dizia a mim mesma que estava carregando esperança por você. Mas também carregava uma mentira, e isso foi errado.”
Estendi a mão, tremendo, e coloquei-a suavemente sobre a barriga dela. “Da próxima vez, decisões que mudam a vida, fazemos com minha presença.”
O rosto de Tessa se relaxou em alívio. “Combinado.”
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