"TRAIDOR."
A voz dela caiu para aquele tom que as mulheres usam quando reconhecemos um inimigo em comum.
"Entendi," ela disse. "Você quer fosco ou brilhante?"
Eu pisquei. Mesmo na dor, eu apreciei o profissionalismo.
"Brilhante," eu disse. "Se vamos fazer isso, vamos fazer direito."
Uma pequena risada do outro lado. "Quantos?"
"O suficiente para ser... óbvio."
"E confete?" ela perguntou.
"Preto," eu disse. "Corações partidos, se tiverem."
"Temos," ela disse. "Retirada amanhã."
Eu levei um envelope para a loja mais tarde naquele dia.
Dentro: capturas de tela impressas. Nomes visíveis. Datas visíveis. Sem margem para dúvidas.
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