Iluminei o interior e congelei.
Não porque fosse assustador, mas porque era comum.
Dentro havia um estreito espaço utilitário, mal grande o suficiente para uma mesa de cartas, um arquivo de metal e uma lâmpada simples. Caixas estavam em fileiras organizadas. Poeira cobria tudo.
Aumentei o buraco e me espremei para dentro.
Minha lanterna iluminou a caligrafia do meu pai:
"Hipoteca."
"Contas."
"Tom."
Meu estômago virou.
Abri a primeira caixa. Dentro havia dezenas de cartas, algumas na caligrafia descuidada do Tio Tom:
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