O tio Tom chegou com flores de supermercado e seu sorriso fácil. "Olha você, criança. Comprando de volta a velha casa. Seu pai ficaria orgulhoso."
Eu apenas sorri para ele.
A tia Marlene e dois primos vieram depois. Asher ficou perto da pia, braços cruzados.
O tio Tom tocou os armários. "Seu pai cometeu erros, Astrid, mas ele amava esta casa."
"Amava?" perguntei.
"Claro."
Então ergueu seu copo de plástico. "Por Astrid, que finalmente arrumou o que Drew não pôde."
Fui até o quarto lacrado e voltei com as cartas.
O sorriso do tio Tom escorregou. "O que é isso?"
"A parte da história que você esqueceu de contar."
"Astrid," disse com cuidado. "Cartas antigas não contam toda a história."
"Não," eu disse. "Mas vinte e sete delas contam mais do que suficiente."
A tia Marlene pegou a primeira página.
O tio Tom a deteve. "Talvez não precisemos relembrar assuntos privados da família."
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