Asher veio na manhã seguinte com café, donuts e sua expressão familiar de família protegida.
Quando mostrei a Asher o quarto, ele parou na porta.
"De jeito nenhum," sussurrou.
Segurei uma das cartas do papai.
Ele olhou como se eu estivesse lhe entregando uma conta. "E daí? Papai agora era secretamente perfeito?"
"Não. Ele era teimoso, orgulhoso e péssimo em pedir ajuda."
"Isso parece papai."
"Mas ele não era o que pensávamos, Ash."
Asher pegou a página. Começou a ler em pé. No final, sentou-se no chão.
"Tom," ele leu, com a voz trêmula. "Se você não puder me pagar este mês, terei que parar. As coisas do Asher se foram. Astrid não consegue mais me encarar. Não posso continuar salvando meu irmão e ainda manter meus filhos seguros."
Asher engoliu em seco. "Meus troféus... meus livros..."
Abri a próxima caixa.
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