Casei-me com uma garçonete apesar dos meus pais exigentes — na noite do nosso casamento ela me chocou ao dizer: ‘Promete que não vai gritar quando eu te mostrar isto’

Minha mãe suspirou. “Adam, não é sobre isso tudo.”

 

Afasto o garfo, sem mais apetite. “Talvez vocês devessem escolher por mim. Facilitaria para todo mundo.”

 

Meu pai dobrou o guardanapo, sem se impressionar. “Ninguém está te obrigando. É sua escolha.”

 

Mas eu sabia o que isso significava. Não havia escolha.

 

Eles começaram a me empurrar para encontros intermináveis com mulheres que sabiam o preço de tudo e o valor de nada. Toda vez que eu tentava ser eu mesmo, sentia que estavam me avaliando.

 

Algumas semanas depois, depois de mais um jantar robótico armado pela família, entrei em um pequeno café no centro da cidade, precisando de algo real. Sentei-me numa cabine no canto, tomando café preto e com dor de cabeça.

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