“Não,” eu disse. “Vocês encontraram a pulseira depois. E a deixaram viver com essa mentira.”
Meu pai olhou ao redor e murmurou: “Adam, chega.”
“Não,” eu respondi. “Desta vez não.”
O gerente do clube já estava parado perto do bar, franzindo a testa para nossa mesa. Minha mãe pegou a bolsa. Levantou tão rápido que a cadeira arranhou o chão. Metade do restaurante olhou.
“Richard, vamos embora.”
Claire também se levantou, calma e firme. “Minha mãe tem nome. É Martha.”
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