Eu disse: “Quem eram os adultos naquele carro?”
“Meu marido e a irmã dele,” ela respondeu. “Não eu. Eu deveria ir também. Tinha febre e fiquei em casa.”
Então eu disse: “Comece a falar.”
Ela contou que a filha tinha o sobrenome do pai, não dela. Eles nunca tinham se casado legalmente. Quando o acidente aconteceu, ela correu para o hospital doente, em pânico, sem nenhum documento, porque nunca imaginou que precisaria.
A equipe disse que os ocupantes do carro haviam morrido e estavam identificados. Ela insistia que havia uma criança. Disseram que não havia nenhuma criança sobrevivente naquele grupo familiar.
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