"Então talvez seja melhor assim," ela respondeu.
Quando conheci Mike, ele me olhou como se já tivesse praticado ser desapontado.
"Oi," eu disse.
"Oi," ele respondeu. Então disse: "Eu sei que você não vai me adotar, então podemos fazer isso rápido."
Essa frase quebrou algo dentro de mim.
"Por que você diria isso, querido?" perguntei.
Mike deu de ombros. Nenhuma criança de sete anos deveria já soarem tão resignadas, e ainda assim aquele ombro dado voltaria a me assombrar de maneiras que eu nunca imaginei.
Assinei os papéis. Depois que os cheques e as entrevistas foram feitos, levei Mike para casa comigo... e desde aquele dia, ele não era apenas uma criança que eu havia adotado. Ele era meu filho.
Uma noite, pouco depois de ele ter se mudado para a minha casa, eu o cobri e dei um beijo em sua testa.
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