Apertei a mão dele no semáforo. "Isso soa exatamente certo."
Quando chegamos em casa, ele pegou o bilhete, amassou-o uma vez, alisou e jogou no lixo.
Antes de subir, Mike parou na porta da cozinha.
"Mãe?"
"Sim, querido?"
"Obrigado por ter ido atrás de mim."
"Eu sempre iria," eu disse.
O que as crianças acreditam sobre si mesmas se torna sua realidade... até alguém as amar alto o suficiente para mudar a história.
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