— Olá? — chamei, já sabendo que não haveria resposta.
Abri a porta lentamente e congelei.
Uma cesta.
Dentro dela, uma recém-nascida, com os punhos cerrados e os olhos apertados. Um cobertor azul mal a protegia do frio.
Com dificuldade, peguei o bilhete preso ao peito dela: “Esta é Isabelle. Cuide dela.”
— Tem alguém aí? — gritei para a tempestade.
Só o vento respondeu.
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